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Filhos

Dicas importantes para manter uma relação conjugal harmoniosa.

Viver a dois é um grande desafio, mesmo que exista amor. Isso acontece pelo simples fato de cada um ter uma cultura, uma personalidade, crenças e perspectivas de vida diferentes das suas. Todavia, se você se propôs a se relacionar com alguém, saiba que você pode se desenvolver muito como ser humano, pois trará a si a oportunidade de lidar com seus  sentimentos e emoções. Todavia, cabe a você e seu parceiro estar sintonizados e com muito respeito, amor e disposição manter o foco para ficarem juntos. Vale ressaltar que o propósito de manter a relação depende de ambos. Caso o casal mude o foco e o objetivo de vida, vale a pena repensar sobre o relacionamento. O que precisamos é estar bem e feliz. Afinal, o que faz você são suas escolhas e suas escolhas são vistas através de suas ações na vida ok?.

Abaixo algumas dicas que podem fazer uma grande diferença na convivência a dois.

1-Diante de um conflito conjugal coloque-se no lugar do parceiro o que o levou a tomar aquela atitude. Depois, veja como recebeu essa informação e quais sentimentos despertaram em si. Dessa maneira você pode chegar a conclusão que seu parceiro(a) não queria te criticar e sim colocar o ponto de vista dele. Na situação ao contrário, olhe para sua parceiro(a) e veja como possivelmente ele receberá essa informação.

2-Não importa a situação que vocês estejam vivendo, tente manter-se conectados seja de maneira presente fisicamente ou não. Mesmo com dificuldades, tente ficar próximos. O distanciamento dá margens para sentimentos de rejeição, criticas e desinteresse,

3-Compartilhe suas emoções sem medo, sem culpa e com total verdade. Não deixe passar esse sentimento, pois o acumulo pode gerar um conflito muito maior.

4-Sempre demonstre seus sentimentos e como você lida com os mesmos. Assim, seu parceiro(a) saberá que sua postura está baseada nisso e juntos poderão se entender de maneira mais clara e melhor, sem criar outros sentimentos desnecessários.

5-Não leve para sua nova relação fatos de relacionamentos antigos, eles só servem para te ajudar a avaliar o que você poderá fazer de melhor. Procure não generalizar e se tiver alguma duvida ou suspeita, converse. Mas lembre-se seu relacionamento atual não é antigo, mas se perceber que é muito parecido, reveja se não está repetindo ciclos  e avaliar suas escolhas.

6-Permita-ser ser feliz, viver o hoje e sempre cuidar de si. Estar bem consigo mesmo, refletirá uma vida conjugal mais saudável e com mais disposição para enfrentar todos os momentos felizes e os obstáculos que possam surgir.

Um grande abraço em conte comigo em seu processo de transformação.

Fernanda Farias

Psicologa  e Coach.

CRP 06-73870

Há 15 anos ajudando as pessoas nos processo de transformação, há 5 anos tem um programa que atende pessoas no processo de transição para o Exterior ou retorno ao país de Origem.

Agende sua consulta de Coach Gratuita 11 962304168 Whatsapp

Ou pelo email – contato@fernandafariaspsicologa.com.br

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Dicas para ter melhor desempenho no trabalho como Baby Sitter.

É comum ouvir falar que muitas pessoas começam a trabalhar no exterior trabalhar como baby sitter. Algumas pessoas têm afinidade e facilidade para lidar com crianças e outras nunca tiveram essa experiência. A disposição, a garra e dedicação dessas profissionais são visíveis para que possam fazer seu trabalho. Todavia muitas após um período de trabalho e com sua carga horária, a pressão da responsabilidade cuidar de uma criança que não é seu filho(a), juntando com sua rotina de vida, pode levar a essas pessoas a começarem a apresentar alto grau estresse, ansiedade e esgotamento mental.Ao atender algumas clientes que exercem essa atividade no exterior(SIM ELAS INVESTEM NO SEU EMOCIONAL) dou algumas dicas que podem te ajustar na rotina de seu trabalho.

1- Olhe para si e veja se você gosta ou tem afinidade para trabalhar com crianças, dessa maneira seu trabalho será mais proveitoso, pois diante de alguma dificuldade você terá maior facilidade para lidar com os conflitos.
2- Entenda o que é esperado emocionalmente e do comportamento da idade criança que você trabalha. Dessa maneira sua compreensão e entendimento do que a criança quer se expressar pode facilitar seu acesso a ela. Muitas birras ou choros acontecem por falta de compreensão e posicionamento do adulto.
3- Deixe claro e estabeleça regras e limites ( respeitando a cultura do país que você está , bem como da família que está inserida). Assim, diante de um conflito lembre a criança do que já foi estabelecido.
4- Utilize a forma lúdica para se comunicar com as crianças. Utilizar brincadeira e brinquedos simples estimulam a criatividade, bem como melhora o relacionamento entre vocês.
5- Respeite seu limite e converse com os pais das crianças, deixando claro as horas que consegue trabalhar. Esse dado é importante, pois por mais que você precise de dinheiro, ultrapassar seu limites pode fazer você pagar um preço alto ficando doente através do estresse.
6- Olhe sempre as crianças nos olhos e tenha objetividade em sua fala. As crianças tem melhor entendimento dessa maneira.
7- Perceba o que a criança queira te dizer através do seu comportamento e sentimentos. Vale a pena dizer a elas que você está percebendo e compreende seus sentimentos e que gostaria de ajudá-la. Assim o vinculo entre vocês se fortalece, favorecendo um trabalho.
8- Leia mais sobre o desenvolvimento infantil, bem como busque orientação com um profissional para tirar suas dúvidas e te direcionar, ter compreensão da dinâmica do seu trabalho deixará você mais segura, motivada e disposta a ele, diante.
9- Caso perceba que está muito estressada/cansada no trabalho procure ter um momento si, mesmo que sua rotina seja corrida. Vale ressaltar que investir um tempo para você faz diferença para que não venha somatizar( ficar doente por fatores emocionais.)sugiro que tenha mais lazer, fique mais com pessoas que você ame, invista no seus autoconhecimento, faça atividades que te deem prazer.
10- Reflita e olhe para dentro de si o que você pode oferecer de diferencial para a família/criança que você está trabalhando! O que poderia acrescentar na sua rotina profissional que te deixaria mais feliz? Não tenha receio de conversar com os pais das crianças que te contratou. Contudo, tenha argumentos, formação e responsabilidade de oferecer qualquer proposta, para que a mesma possa ser aceita mais facilmente.

Você é baby sitter ou pretende ser? Agende um horário e tire suas dúvidas e aprenda como ter melhor desempenho e tranquilidade no seu trabalho !

Grande Abraço !

Fernanda Farias
Psicóloga e Coach
CRP 06-73879
Email: contato@fernandafariaspsicologa.com.br
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https://www.facebook.com/psicologaecoachfernandafarias/

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Vou mudar para o exterior com meu filho e agora?

Quando o adulto tem a oportunidade para morar no exterior seja para estudar, trabalhar e para ficar alguns meses a felicidade é nítida e de verdade ela tem que existir caso seja o sonho e o objetivo do adulto. Porém, esse sentimento pode passar a preocupar quando esse adulto tem filhos. Aos se deparar que ficará sem o apoio familiar/escolar que muitos tem no seu país de origem sentimentos como insegurança, medo e ansiedade podem aparecer. Pensando nisso, vou descrever nesses artigos algumas dicas que podem te ajudar nesse processo e que utilizo nas minhas sessões de coach/psicoterapia que realizo com as  famílias que me procuram para esse processo de transição.

1-Aceite que provavelmente você passará por inúmeras emoções, ficando até mesmo perdida(o) em muitos momentos.  Ao aceitar que essas emoções fazem parte do processo que está vivendo pode deixá-lo (a) mais tranquilo(a). A partir do momento que se toma consciência você a oportunidade de voltar a ter domínio das suas emoções. Caso tenha dificuldade, não deixe de buscar ajuda profissional para facilitar esse processo.

2-Pesquisar sobre o novo local de moradia é fundamental. Faça uma pesquisa detalhada de escolas, lazeres, supermercados para se sentir mais familiarizados. Depois compartilhe com seu filho essas informações através de fotos e vídeos do local. Assim ele se sentirá  mais seguro, tranquilo e interado.

3-Deixar claro para seu filho que esse processo de transição envolverá algumas etapas e que ele terá todo o apoio para enfrentar  o desligamento  escola,  dos amigos, familiares bem como todos os sentimentos que possam envolver nesse momento. Falar a verdade é fundamental para a criança se sentir segura. Falar com segurança para a criança que ela terá novos amigos e conhecerá novos lugares. Além de ter a possibilidade de convidar a todos que estão no  país de origem para a nova casa e quando isso ocorrer será uma grande festa.

4-Transmitir segurança é de grande valia, contudo dizer que também tem os mesmos sentimentos para  a criança é fundamental, para que a mesma perceba que não é só ela que está despertando o sentimento do medo. Todavia, dizer que independente do  sentimento, que vocês tem condições de enfrentar e que juntos ficará tudo bem.

5- Deixar claro para a criança que a mudança faz parte do processo de vida de todas as pessoas  e dar exemplos como jogador  de futebol, executivos,artistas e até mesmo colegas que esse processo de transição e de mudança pode acontecer com várias pessoas.

6- Reservar um momento para seu  filho expor seus sentimentos e acolher te ajudará entender do mesmo. Acredite a criança se sentirá mais confiante em dividir com você suas emoções.

7-Estimular seu filho a fazer cartas para os amigos e familiares de despedidas, dizendo da importância de cada um, ajudará seu filho a expressar  seus sentimentos, algo fundamental nesse processo de transição.

8-Perguntar a criança  o que ela espera dessa nova etapa bem como sua opinião para a nova rotina, o ajudará a se sentir importante bem como ajudar no desenvolvimento da autonomia/desenvolvimento da mesma.

9-Fale para a criança sobre essa mudança somente quando tiver a certeza que está tudo certo. Caso a criança seja muito ansiosa não avisar com 1 ano de antecedência, porém o tempo suficiente que ela possa fazer todo o processo citado acima.Nesse caso sugiro de 2 a 3 meses antes.

10-Fazer uma reunião  despedida entre os amigos e familiares ajudará a criança e até mesmo você a concretizar  que uma nova etapa se inicia. Essa etapa assim como as etapas anteriores te ajudará a passar por esse processo de transição de uma maneira mais segura e tranquila.

Se você está passando por esse processo ou conhece alguém compartilhe esse artigo. Aproveite para agendar uma consulta de Coach gratuita e tirar suas dúvidas.

A influência dos amigos em nossos filhos adolescentes.

O principio básico de toda a educação familiar é o diálogo, afeto e  compreensão. Os pais precisam estar atentos no que esperar  de seus filhos com relação a sua idade cronológica e psicológica

Na fase da adolescência existem vários dúvidas, incertezas, preocupações e principalmente os jovens querem mostrar quem são. Somam-se os próprios desafios, os do presente e do futuro.

Eles acreditam que são seus amigos da sua faixa etária que vão entende-los, por estarem passando pela os mesmo problemas. Esquecem que os pais já passaram por isso. Talvez porque esses pais, “esqueceram” que nessa fase é de grande valia ser compreendido. A papel do amigo na vida desse adolescente funciona  como uma espécie de espelho, onde se reconhecem, se conhecem e desejam as mesmas coisas.

A descoberta de um novo mundo, mexe de maneira significativa com o emocional desse individuo que na verdade precisa de muito apoio, compreensão e se autoconhecer.

São vários setores que precisam entender: mudança de corpo, sexualidade, namoro, vida profissional, autoridade,responsabilidade, comportamento, etc.

Geralmente a rebeldia, os questionamentos e até atitudes mais agressivas são comportamentos que eles têm como forma inconsciente de chamar atenção de que algo internamente está se transformando de modo muito rápido dentro de si.

Assim, uma das maiores dificuldades que o adolescente encontra é de reconhecer seus limites. Eles não entendem que existam limites e muitas vezes fazem as coisas ou tomam atitudes de modo impulsivo. É aqui que os pais tem que entrar em ação. Colocar regras e limites é de grande valia, porém saber lidar com esse momento é fundamental.

São nesses momentos (regras,limites e orientações) que filhos e pais se chocam. Adolescente acredita que o pai não o entende. Pais veem os filhos como rebeldes, sem levar em consideração os conflitos internos dos mesmos.

É comum pais chegarem no meu consultório denominando seus filhos como rebeldes, malcriados e principalmente desobedientes. Mas quando pergunto se existe diálogo ou se consegue entender o que pode estar se passando com seu filho, respondem. “Não sei….ele não tem motivo,claro que trabalho muito mas meu filho  tem tudo…eu dou dinheiro, deixo sair a hora que quiser, não proíbo nada…” Mas quando eu digo NÂO para alguma coisa ele não aceita….”

A primeira coisa que pergunto é: Pai, Mãe  como foi sua adolescência?  Geralmente eles descrevem a mesma adolescência dos filhos ou um histórico mais reprimido, alegando que não querem que seu filho passe pelo o que passou.

Assim, fica claro entender, que muitos pais não tem nem mesmo suas histórias resolvidas ficando difícil compreender seus filhos.

Com os conflitos diários e se não houver uma parceria com os  pais, os jovens acabam cada dia mais se aproximando das pessoas que o “compreendem” no caso seus amigos.

Vale lembrar que  o ser humano é influenciado pela a sociedade, pelos os familiares e amigos. A grande questão é, o que essa influência pode ou não contribuir para seu desenvolvimento!

Todos nos somos serem influenciados, mas desde o inicio da adolescência essa influencia começa a se agravar. Dependendo da estrutura do jovem ou por quem ele começou a ser influenciado pode trazer vários problemas para sua vida.

Um jovem que tem o contato com mundo das drogas ou do álcool, logo com 13 ou 14 anos, tende a ter se tornar um dependente químico, pois sua estrutura cerebral está também se ajustando, assim como seu corpo. Ao inserir nesse mundo, começa a ter comprometimentos no cérebro e emocionais que ao longo dos anos tende a ficar mais difícil de conduzir essa situação.

Sentindo-se sozinho ou com alguma dificuldade emocional para se colocar em algum grupo ( como timidez, dificuldade de relacionamento afetivo e/ou social) esses jovens acabam se unindo a grupo que os aceitem. Contudo para ser aceito, acabam  tomando atitudes ou tendo comportamentos para formar novas “famílias”. O jovem nesse momento se sente feliz por que é aceito e assim começa  ser influenciados pelos seus amigos.

É importante deixar claro que numa família com boa estrutura família onde existe diálogos, valores, regras e limites, ajuda o jovem a desenvolver boa estrutura de personalidade, com autoestima e segurança. Assim, mesmo que ele passe por conflitos e num momento de maior sensibilidade que acabe sendo influenciado pelos os amigos que podem leva-los a bebidas, drogas ou conduta erradas, logo consegue recorrer a família onde se sentirá apoiado e provavelmente não será influenciado por questões negativas.

Contudo, é bom deixar claro que mesmo com a  boa educação os jovens correm o risco de ser influenciados pelas más amizades.

É muito comum chegarem pais ao meu consultório descrevendo sua estrutura familiar estáveis e que mesmo assim seu filho “está sendo influenciado ou se perdendo.

Também devemos levar em consideração vários fatores, como por exemplo:

*Será que realmente a família é estável?

*como a família lida com os conflitos da adolescência?

* Qual o material genético desse jovem ( vem de uma família de dependência química?)

*Embora tenha tido ótima base familiar, tem algo inesperado acontecendo como um ente doente, falecimento ou desemprego no lar?

Essas perguntas devem ser refletidas e respondidas para melhor conscientização do que está acontecendo na vida do jovem.

Na adolescência, há uma necessidade extrema de aceitação. Quando sente-se seguro não vê a necessidade de se autoafirmar e muito menos de comprovar uma posição pessoal.

É comum escutar relatos de alguns pacientes adolescentes dizerem que para se sentir aceitos nos grupos, precisam mostrar força física e muitos acabam usando “bombas” ou suplementos para mostrar esse físico. Nesse caso acabam acelerando alguns processos, tendo vários problemas futuros.

Outros se sentem poderosos quando uma quantia absurda de álcool, para ver quem pode mais ou cai mais rápido. Essas competições são comuns e ao ouvir os relatos os olhos desses jovens brilham e principalmente se veem como heróis por terem conseguindo tomar 10 latas de cerveja e ainda “ não ficar bêbado”.

Geralmente os meninos são mais influenciados do que as meninas.

Eles costumam ingressar rapidamente na bebida e drogas.

As meninas focam mais na beleza, porém em excesso as levam a terem  problemas sérios , pois as mesmas  buscam se autoafirmar de outras maneiras, como por exemplo focando na beleza.

Contudo, ouço relato no meu consultório  de meninas, que  dizem beber ou fumar cigarro ou maconha, para se sentir aceita ou ficar mais desinibida. Ou se vestem com roupas curtas ou que mostre bem seus corpos porque caso ao contrário não conseguem “chamar atenção dos meninos”

As amizades de modo geral podem levar a boas ou más influências na vida desses jovens. Todo adolescente buscam viver com suas turmas. . Infelizmente, nem todas as amizades possuem valores e princípios corretos e isto se torna um perigo, caso o adolescente não saiba como escolher.
Percebo no meu dia a dia, que a falta de segurança nesses momentos levam esses jovens a serem influenciados pelos amigos que tem mais “sucesso”. Aqueles mais populares, mais bonitos ou que tem destaque em alguma coisa.

É importante que os pais possam ter a compreensão dos seus jovens filhos, no sentindo de perceber o que  se passa com eles em todos os aspectos sociais e emocionais . Orientar, colocar limites, bem como manter o diálogo é fundamental. Quando o jovem percebe que tem acolhimento e afeto em suas famílias, por mais que sejam influenciados pelos os amigos, conseguem através do vinculo familiar voltar a seus valores e princípios.

*Dicas de que seu filho pode estar sendo influenciado por pessoas negativas:

Mudam a forma de falar.

Começam a ser mais agressivo.

Não querem ficar mais dentro de casa, chegando até mesmo sair escondido.

Mudanças buscas de comportamento.

Começam a dormir ou comer demais.

*Dicas para melhorar seu relacionamento com seu filho:

1-É importante ajudar os filhos a escolher bons amigos. Caso perceba  influencias negativas, com afeto e sem julgamentos ajude seu filho enxergar essa características para que consiga se afastar dessas amizades.

2-Demonstre afeto ao jovem.  Não utilizar apenas presente ou recompensas financeiras e sim com palavras e gestos. Lembre-se que nessa fase é de muitos conflitos internos o que mais eles “precisam é de apoio e um “colo”.

3-Procure conversar e criar um vinculo com o filho. Ao invés de julgar, oriente,    valorize suas conquistas. Ao perceber um erro, pontue e mostre caminhos.

4-Ao colocar sua visão sobre qualquer assunto com seu filho, tenha  fundamentos sólidos. Essas orientações com base em bons princípios, valores e com o próprio exemplos dos pais, podem ajuda-los  se sentir seguros e não se deixar ser influenciados por  fundamentos negativos.

5-Não desista do seu filho. É preciso ter paciência para orientar quantas vezes forem necessárias.

6-Ajudar o filho desenvolver o pensamento critico, bem como aprender a dizer NÂO. Assim  o jovem irá avaliar qualquer influência que venha receber e deixar-se levar por aquilo que acredita.

7-Incentivar a hábitos saudáveis como o esporte, ajuda ao jovem a ter disciplina, responsabilidade e cuidar de si.

8-Mantenha sempre o diálogo. Caso esteja muito difícil, invista em conquistar o jovem aos poucos, com paciência e afeto você poderá ter um retorno incrível.

9-Mostre sempre como a mentira é prejudicial e tem consequências futuras graves.

10-Valorize atitudes de afetos. Diante de agressividade ou situações mais intempestivas oriente que essa postura só prejudica a relação e não o leva a lugar nenhum.

Os pais tem que se manter unidos para educar o filho. Caso não possa contar com seu conjugue ou o pai(mãe), peça ajuda de uma pessoa da família que o jovem tem mais afinidade.

Conclusão: O jovem tende a ser influenciado por seus amigos, simplesmente quando não estão seguros de si, não percebem apoio(compreensão dos familiares) e principalmente quando estão em crise. Como na fase da adolescência esses fatores sãos constantes é importante ter paciência, tato e principalmente lembrar que já passou por essa fase e que muitas vezes um gesto é melhor que mil palavras e orientações.